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Falsa juíza é procurada após acusação de venda de cargos no TF, no RJ; já havia sido condenada por golpe de R$ 20 mi


Segundo a Polícia Civil, a mulher enganou pastores e fiéis de igrejas evangélicas em cinco estados e no Distrito Federal.
Uma mulher que se passava por juíza federal e oferecia vagas de emprego no Tribunal Federal de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio, está foragida da Justiça.
Ainda segundo a Polícia Civil, ela já foi presa anteriormente por estelionato, quando deu um golpe de R$ 20 milhões contra fiéis de uma igreja evangélica em cinco estados (RS, RJ, SP, SC, MS) e no Distrito Federal.
Em São Pedro da Aldeia, a estelionatária agia com a ajuda de uma mulher que atraía as vítimas. A cúmplice foi presa em Cabo Frio e confessou ter participado do esquema, mas negou ter recebido dinheiro da falsa juíza.
"Embora ela tenha conseguido cerca de 10 vítimas pra aplicação esse golpe, ela disse que não teve nenhum dinheiro em troca disso. Mas ela disse que ia ter um cargo melhor no gabinete da falsa juíza. Por isso, ela estaria procurando o máximo que pudesse atrair pra falsa juíza", explicou o delegado de Cabo Frio, Marcelo Maia.
Pelo menos 17 pessoas pagaram à estelionatária R$ 2 mil para ter cargos comissionados ou concursados no Tribunal Federal de São Pedro da Aldeia.
Uma das vítimas contou que fez um empréstimo e que teve gente que pediu contas por causa da promessa.
"Eu peguei um empréstimo. Peguei emprestado com um outro parente pra poder participar dessa equipe, dessa falsa equipe que ela dizia", disse um homem que não quis se identificar.
O delegado explicou que as pessoas precisam ter cautela ao receberem este tipo de oferta, pois cargos como estes não são oferecidos desta forma.
"As pessoas têm que desconfiar sempre da facilidade, mesmo estando fragilizadas. Nesse caso estavam sendo vendidos cargos numa vara federal e isso é inconcebível. As pessoas precisam desconfiar e ter bom senso", destacou o delegado.
A polícia informou que a foragida se passava por vendedora de carros, sítios, embarcações e até aeronaves "fantasmas", ou seja, que não existiam. Os clientes eram fiéis de igrejas evangélicas com elevado padrão econômico, segundo a polícia.
A estelionatária chegou a ser presa pelos crimes, mas posteriormente foi solta. Ainda de acordo com a polícia, ela abandonou a casa onde morava, em Cabo Frio, sem levar os pertences.

Por RJ Inter TV 2ª Edição



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