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Mês da mulher: ginecologista do Hospital 9 de Julho esclarece algumas dúvidas sobre a Endometriose


Mês da mulher: ginecologista do Hospital 9 de Julho esclarece algumas dúvidas sobre a Endometriose
 
Em homenagem ao mês da mulher, a especialista do H9J fala sobre algumas lendas relacionadas a doenças e destaca a cirurgia robótica como um dos tratamentos mais procurados contra a endometriose
 
São Paulo, março de 2018 –Março é o mês de conscientização da endometriose e, para aproveitar o momento e falar dos cuidados com a saúde da mulher, a Dra. Bárbara Murayama, ginecologista e Coordenadora da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, revela algumas respostas para as dúvidas mais comuns sobre a doença. “Muitas mulheres não conseguem o diagnóstico rápido da doença e podem sofrer até descobrir o tratamento mais assertivo” observa a especialista.
 
Quando o endométrio, tecido responsável pelo revestimento do útero passa a crescer fora do órgão, como nos ovários e tuba, intestino etc, a mulher pode ter uma série de sintomas que incluem cólicas intensas, dor durante a relação sexual, constipação ou mesmo infertilidade. A Dra. Bárbara explica que os sintomas, caso não sejam tratados, podem alterar drasticamente o convívio social e a rotina da mulher. A especialista lembra ainda que há muitas dúvidas sobre como é caracterizada a doença, quais são os fatores de risco, sintomas e faixa etária de risco.
 
Para responder algumas dúvidas sobre a doença, a Dra. Bárbara esclarece alguns pontos abaixo. Confira!
 
O tratamento da endometriose é feito apenas por intervenção cirúrgica?
A intervenção cirúrgica é parte do tratamento em muitos casos da doença, mas faz parte de uma gama de soluções para o controle da dor como o uso de medicações hormonais. Caso seja realmente indicada a intervenção cirúrgica, o procedimento robótico tem se mostrado cada vez mais efetivo pela rápida recuperação da paciente, menor perda de sangue durante o procedimento. Já para o médico, facilita na melhor visualização de pequenas lesões no endométrio com a visão 3D e maior assertividade no tratamento.
 
A endometriose causa dores intensas relacionadas a menstruação?
As cólicas menstruais estão entre as dores que mais acometem as mulheres. Um dos sintomas mais característico de endometriose é a cólica intensa, incapacitante e com aumento progressivo da dor. Esse, porém, não é sempre o principal sintoma da doença, cujo tecido endometrial pode estar alojado em outras partes do corpo e muitas mulheres, apesar das lesões, não apresentam sintomas.
 
Mulheres acima dos 30 anos têm maior risco de serem diagnosticadas com a doença?
Não há uma faixa etária definida. Alguns diagnósticos são mais comuns em mulheres acima dos 30 anos, mas a doença pode atingir qualquer mulher a partir da primeira menstruação, durante toda a fase reprodutiva e, apesar de raro, na menopausa.
 
A endometriose é diagnosticada por exames de imagem e laboratoriais?
Os exames por imagem são fundamentais para ajudar na investigação e mapeamento da doença. Para que este tipo de exame seja solicitado, porém, é importante que a paciente informe em detalhes o que vem sentindo durante a consulta médica, quando também é feito o exame ginecológico.
 
A Dra. Bárbara enfatiza a importância da visita periódica ao ginecologista como a principal forma de acompanhamento da saúde. “Vamos aproveitar o mês da mulher para conscientizar a todas sobre como é fundamental ter um ginecologista de confiança, que precisa ser acionado periodicamente, independentemente de qualquer sintoma”, afirma e finaliza: “até a endometriose pode ser assintomática, por isso, faça a sua parte em prol da saúde”.
 
Sobre o Hospital 9 de Julho: fundado em 1955, em São Paulo, o Hospital 9 de Julho tornou-se referência em medicina de alta complexidade com destaque para as áreas de Neurologia, Oncologia, Onco-hematologia, Gastroenterologia, Ortopedia, Urologia e Trauma. Possui um Centro de Medicina Especializa cda com atendimento em mais de 50 especialidades e 13 Centros de Referência: Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional; Rim e Diabetes; Cálculo Renal; Cardiologia; Oncologia; Gastroenterologia; Controle de Peso, Infusão, Medicina do Exercício e do Esporte; Reabilitação; Clínica da Mulher; Longevidade e de Doenças Inflamatórias Intestinais (CDII). Com cerca de 2,5 mil colaboradores e quatro mil médicos cadastrados, o complexo hospitalar possui 410 leitos, sendo 91 leitos nas Unidades de Terapia Intensiva, Centro Cirúrgico com capacidade para até 22 cirurgias simultâneas, inclusive com duas salas híbridas (com equipamento de Hemodinâmica e
Ressonância Magnética) e duas para robótica.
 
 
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